O relatório Year in Review 2025 do Pornhub mostra que a pornografia definitivamente não é um território exclusivamente masculino. Hoje, mulheres representam 38% de todo o tráfego global da plataforma e, em alguns países, já são maioria.
Elas também são uma audiência altamente engajada. Segundo o relatório, mulheres passam, em média, 15 segundos a mais por visita do que os homens. O tempo médio global de permanência é de 9 minutos e 33 segundos.
Em alguns países, o público feminino já domina os acessos: nas Filipinas, mulheres representam 64% do tráfego. Colômbia e Argentina aparecem em seguida com 56%. No Brasil, elas correspondem a 38% dos acessos, colocando o país entre os dez com maior proporção feminina.
Quando observamos o que elas escolhem assistir: categorias que colocam o prazer feminino em foco, conteúdos com estética mais realista e dinâmicas menos tradicionais.
Mulheres assistem pornogr4fia. E assistem muito.
Os dados do Year in Review 2025 da plataforma P0rhub mostram não só que elas representam uma fatia significativa do público global (38%), como também revelam algo ainda mais interessante: o que elas escolhem assistir.
O padrão sugere preferência por conteúdos que priorizam prazer feminino, realismo, autenticidade e diversidade nas dinâmicas de des3jo. Menos espetáculo performático, mais conexão com experiências que parecem possíveis e reais.
Categorias como s3xo l3sbico, s3xo oral em mulheres, vídeos com estética amadora e até conteúdos focados em homens (como Solo Male e Bis3xual Male) indicam que o interesse feminino não é passivo, ele é curioso, diverso e menos previsível do que muitos imaginam.
Isso também abre espaço para uma discussão maior: como a porn0grafia influencia (e é influenciada por) as expectativas sobre sex0, prazer e corpo?










