
Nunca mais eu vou tr@nsar? | PAPICAST 004
Conversei no PAPICAST sobre as transformações do corpo, a queda da libido, o cansaço extremo, as pressões sociais e, acima de tudo, como a parceria entre o casal pode (e deve) se reinventar nessa nova fase.

Conversei no PAPICAST sobre as transformações do corpo, a queda da libido, o cansaço extremo, as pressões sociais e, acima de tudo, como a parceria entre o casal pode (e deve) se reinventar nessa nova fase.

E se o problema não estiver na posição s3xual, mas na maneira como os corpos se movimentam nela?

É possível recuperar o desejo no casamento?

Se tanta gente conhece a PrEP, por que tão pouca gente usa?

Quando uma parte do corpo parece chegar antes da pessoa, o que acontece com a nossa forma de viver a s3xualidade?

Não existe uma única trajetória
para o amor. Cada relação é atravessada por idade, história, contexto emocional, condições de vida e escolhas individuais.
Talvez por isso o amor não possa ser escrito à caneta: ele precisa de lápis, porque muda, apaga, reescreve e ganha novos significados.

Quanto maior a diferença de idade, maiores também podem ser os desafios relacionados a estilo de vida, valores, projetos e sexualidade.

Talvez a pergunta não seja apenas “como recuperar a libid0?”, mas também: que condições essa mulher tem hoje para continuar d3sejando?