
Nunca mais eu vou tr@nsar? | PAPICAST 004
Conversei no PAPICAST sobre as transformações do corpo, a queda da libido, o cansaço extremo, as pressões sociais e, acima de tudo, como a parceria entre o casal pode (e deve) se reinventar nessa nova fase.
Ana Canosa é psicóloga clínica, terapeuta sexual, terapeuta de casal e educadora em sexualidade.
Além do atendimento em seu consultório em São Paulo, Ana coordena o curso de pós-graduação em Educação e Terapia Sexual no Unisal e o curso de Sexologia Clínica no IBCMED.
Assina a blog que leva seu nome e apresenta o podcast Sexoterapia em Universa/uol. Apresenta o podcast CBN para maiores.
Exerce a função de editora geral da revista brasileira de sexualidade humana.
É membro do conselho deliberativo da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH).
É autora de capítulos e livros, sendo o último: Sexoterapia – onde narra histórias reais de consultório.

– Graduação em psicologia pela Universidade Paulista (Unip), com especialização em psicodrama pela Sociedade Paulistana de Psicodrama (Sovap).
– Pós-gradução em educação sexual e terapia sexual pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH) / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).
• Consultório: atendimento de jovens e adultos na forma de psicoterapia individual, casal e terapia sexual, desde 1990.
• Membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH), desde 1996.
• Editora geral da Revista Brasileira de Sexualidade Humana.
• Comunicadora.
• Palestrante
• Curso de pós-graduação de Educação e Terapia Sexual no Centro Universitário Salesiano (UNISAL) desde 2006.
• Curso de pós-graduação em Sexologia clínica da Inspirali/IBCMED
• Curso de pós-graduação em Sexualidade Humana do IEPOS.
• Curso de especialização em Sexologia clínica do CEFI/POA.
• 2011 – Especialista em Sexualidade Humana (TESH) na Área de Terapia Sexual, Associação Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana.
• 2008 – Prêmio Mulher Linda Mulher 2008, Adela Villas Boas Promoções e Produções.
• 2007 – Menção honrosa de melhor artigo opinativo da Revista Brasileira de Sexualidade Humana 17(1), 2006, p.101-122, “Relações Amorosas na Adolescência – uma Reflexão para Educadores“. XI Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana, Recife, 2007.
• 2007 – Reconhecimento pela brilhante palestra “Essas mulheres Maravilhosas” durante o evento distrital., Governadoria do Rotary Club do Distrito 4510.
• 2004 – Menção honrosa para pôster: “Manual de Orientação Sexual para Professores de 1ª a 4ª série”. XII Congresso Latinoamericano de Sexologia e Educação Sexual, Chile.
• 1998 – Reconhecimento de Profissional Qualificado para o Exercício da Educação Sexual, Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana.
Para mais informações, acesse o Currículo Lattes clicando aqui.

Conversei no PAPICAST sobre as transformações do corpo, a queda da libido, o cansaço extremo, as pressões sociais e, acima de tudo, como a parceria entre o casal pode (e deve) se reinventar nessa nova fase.

E se o problema não estiver na posição s3xual, mas na maneira como os corpos se movimentam nela?

É possível recuperar o desejo no casamento?

Se tanta gente conhece a PrEP, por que tão pouca gente usa?

Quando uma parte do corpo parece chegar antes da pessoa, o que acontece com a nossa forma de viver a s3xualidade?

Não existe uma única trajetória
para o amor. Cada relação é atravessada por idade, história, contexto emocional, condições de vida e escolhas individuais.
Talvez por isso o amor não possa ser escrito à caneta: ele precisa de lápis, porque muda, apaga, reescreve e ganha novos significados.