Estudos mostram que, durante um beijo íntimo, onde há troca de saliva e contato entre línguas, é possível que cerca de 80 milhões de bactérias sejam transferidas entre parceiros em apenas 10 segundos.
Isso foi comprovado por uma pesquisa publicada em 2014, onde casais foram monitorados após um beijo, revelando que a troca de microbiota oral é substancial e as bactérias podem permanecer por horas na boca do parceiro. Interessantemente, quanto mais beijos o casal troca, mais semelhante será a composição das suas microbiotas orais, o que pode impactar na saúde bucal e até no sistema imunológico.
Além disso, o microbioma oral – composto por mais de 700 espécies diferentes de bactérias, fungos, vírus e outros micro-organismos – tem um papel importante na saúde geral. A maioria desses organismos ajuda a proteger contra patógenos invasores e a regular o sistema imunológico local, embora alguns possam ser responsáveis por doenças como a cárie e a doença periodontal.
Por outro lado, o beijo também pode transmitir doenças infecciosas, como o herpes simples e a mononucleose infecciosa, além de vírus respiratórios como os da gripe e resfriados. Portanto, manter uma boa higiene bucal é fundamental para equilibrar a microbiota e evitar problemas de saúde!
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