Participei da reportagem sobre a relação entre orgasmo e longevidade.
“Sexo não é uma atividade mecânica, muito menos para as mulheres”, afirma a terapeuta sexual Ana Canosa em entrevista à Vogue Brasil. “Uma relação frequente, mas insatisfatória, dificilmente produzirá os mesmos benefícios emocionais de uma experiência prazerosa”. Segundo a especialista, fatores como segurança, comunicação, liberdade para expressar desejos, ausência de dor e estímulo adequado ao clitóris são determinantes para que a experiência seja realmente positiva. Essa diferença ajuda a explicar por que a conversa sobre longevidade feminina passa necessariamente pelo conceito de saúde sexual defendido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera o prazer parte integrante do bem-estar físico, emocional e social.
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“Esse é um dos achados mais consistentes da literatura”, explica Isabela. “O orgasmo ativa o mesmo sistema cerebral estimulado por analgésicos”. Ana Canosa acrescenta que o prazer também contribui para reduzir os níveis de cortisol, hormônio relacionado ao estresse crônico, além de favorecer o relaxamento muscular e melhorar a qualidade do sono.
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Leia a matéria completa em: Orgasmo e longevidade: como o prazer entra na conversa sobre envelhecimento saudável










