A s3xualidade de adolescentes neurodivergentes, como o Transtorno do espectro autista (TEA) é frequentemente negligenciada por tabus e receios familiares, mas essa omissão gera riscos à saúde e à segurança.
Estudos da UFAL mostram que mudanças da puberdade são percebidas de forma diferente por jovens autist4s, e a dificuldade de interpretação de normas sociais aumenta a vulnerabilidade a ISTs, gravidez não planejada e abusos, especialmente entre aqueles com maior necessidade de suporte (níveis 2 e 3 do DSM-5).
A educação s3xual deve ser precoce, progressiva e adaptada: ensinar nomeação de partes do corpo, consentimento, diversidade e funcionamento do sistema repr0dutivo, respeitando o ritmo cognitivo e sensorial do adolescente.
Evitar o assunto não previne experiências precoces, apenas expõe o jovem a desinformação e riscos. Diálogo transparente e contínuo garante vivência s3xual mais saudável, autônoma e segura, promovendo proteção, consciência e respeito pelos próprios limites e pelos dos outros.










