Ana Canosa – Colaboração para Universa
A pornografia é frequentemente tratada como um desserviço. E, de fato, não faltam dados que apontam seus efeitos problemáticos quando consumida de forma precoce, desregulada e sem qualquer orientação. Mas será que não estamos olhando apenas para a metade da história?
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Quando o cérebro é condicionado a buscar excitação por meio de estímulos intensos, rápidos e visuais, como nos filmes pornográficos, pode haver um empobrecimento do campo lúdico da sexualidade — aquela parte mais subjetiva, fantasiosa, que se constrói com o tempo, o toque, o olhar, o desejo que se insinua e não se mostra inteiro.
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Complete a leitura no Portal Universa: Prazer, tabu e pornografia: o que ensinamos (ou não) aos nossos filhos?