Fui convidada como especialista para analisar como autonomia, prazer e mudanças culturais estão redefinindo as escolhas afetivas femininas.
Durante muito tempo, a diferença de idade nos relacionamentos não apenas foi aceita como, ainda, considerada o ideal. Mas, claro, desde que seguisse uma regra básica: homens mais velhos, mulheres mais jovens. Essa lógica, entretanto, vem sendo quebrada com novos modelos de relacionamento.
Cada vez mais mulheres estão se permitindo desejar — e assumir — relações com homens mais jovens. Não como exceção meramente provocativa, fetiche passageiro ou fase, mas como escolha consciente e carregada de sentimento. Segundo a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, membro do conselho da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH), o fenômeno não é exatamente novo. O que é novo é a ausência — ou ao menos a redução — da culpa. “Mulheres sempre se relacionaram com homens mais jovens. A diferença é que hoje elas conseguem assumir essas relações publicamente, sem precisar se esconder ou justificar”, afirma.
Confira a matéria completa em: Homens mais jovens, mulheres mais velhas: o que esses relacionamentos sinalizam










