
Transando com o inimigo: dá para ficar com alguém politicamente diferente? – UOL Universa
Ter prazer sexual sim, conexão emocional eu tenho cá minhas dúvidas.

Ter prazer sexual sim, conexão emocional eu tenho cá minhas dúvidas.

Há pessoas, por exemplo, que se mobilizam em contextos mais românticos, outras adoram situações de submissão e dominação.

É na investigação sobre a vida da escritora, que Mercedes revê a própria identidade e encontra uma fresta de liberdade.

Geralmente são pessoas possessivas e controladoras, mas não assumem de cara. Gostam que as parcerias sejam dependentes delas.

Parece que o amor, embora traga a satisfação da intimidade, segurança e aconchego, pode parecer incompatível com as necessidades do desejo sexual, que é movido pelo mistério e pela novidade.

Era a possibilidade de retornar à escola, contribuindo com meu conhecimento movida pela gratidão da educação que recebi e experiências positivas de crescimento e partilha.

A obra Sexualidades e Violências conclama todos à responsabilidade pela edificação de uma cultura que promova a equidade, a pluralidade, a diversidade, a justiça, a solidariedade, a cidadania, a liberdade, a responsabilidade e o bem comum.

Em Sexoterapia, Ana Canosa nos fascina com a descrição dos processos, em forma de crônicas, de 15 casos clínicos, todos envolvendo queixas sexuais, sejam as de identidade sexual, de orientação sexual, fantasias ou disfunções sexuais. É impossível não se identificar

Ana Canosa reúne neste livro crônicas sobre amor e sexo que trazem dicas para lidar melhor com os conflitos mais frequentes nas relações contemporâneas.

“Manual de dinâmicas de grupo”
Org Nelson Vitiello
São Paulo: Iglu, 1997